Só podemos propor, não podemos impor
É isto que tenho trabalhado na minha forma de ser.
Por achar e fazer o que acho que os outros devem fazer, de achar o que é melhor para eles e que eles deviam fazer isso, de procurar ajudar e ser o motor de arranque e os outros não quererem ser ajudados.
Tomar as dores dos outros e não querer que sofram, enquanto tomo essas dores não penso nas minhas, é ser a salvadora sem muitas vezes conseguir salvar-me a mim.
Largar é o meu verbo para este mês. É largar para que todos façam as suas escolhas e que tenham responsabilidade por isso. Nem consigo dizer muito bem se tem sido fácil ou difícil, apenas larguei e não penso nisso deixo para eles próprios.
Deixei de impor e acho mesmo que até mesmo deixei de propor decidi que cada um deve remar o seu barco e seguir o seu caminho como bem entender.
Agora que realmente penso nisso até me traz uma certa leveza. Sentia-me há muito tempo o animal a puxar uma carroça com várias pessoas lá em cima, agora cada um puxa a sua se quer continuar a andar.
Só podemos propor, não podemos impor.



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