O primeiro mês de um novo ano
Sempre achei o mês de Janeiro muito longo, nunca gostei dele por me aperceber com o decorrer dos dias/semanas que a vida não mudava só porque um novo ano começou. Depois todas resoluções e promessas também se iam desvanecendo ao longo do mês.
Há dois anos cortei o mal pela raiz e deixei de as fazer, cortei o mal pela raiz como se costuma dizer.
Voltando a ti Janeiro não querido por muita gente, não foste assim tão péssimo mas podias ter sido mais leve.
Voltei a sentir-me bem a ouvir a "palavra de Deus", as pessoas e os lugares fazem diferença nesta causa, voltei a almoços e lanches com a amigas, saí mais do meu silêncio para rir às gargalhadas e as conversas disparatadas e que só têm sentido para nós.
Os abraços encheram o primeiro mês do ano, como se dissessem não te deixamos cair.
Pedi para arrumar as minhas gavetas internas, mas ainda não é possível, ainda está muita coisa a acontecer. Mas vi um arco-íris duplo e foi o mês que mais vi pombas brancas. Penso que a esperança devia ser um sentimento inato e não obrigarmo-nos a pensar nela.
Nesta última pensei nos meus desejos para o resto dos meses, talvez só para Fevereiro e Março, assim passo a passo, criando a intenção e concretizando pouco a pouco para ser mais certo e consistente.
Que venha Fevereiro.
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